Finalmente pude assistir Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, um dos filmes mais esperados do ano.
Harisson Ford está de volta encarnando o personagem que virou lenda no cinema. O quarto filme da série traz um Indy bem mais velho e experiente, porém com todo o vigor das aventuras anteriores.
O filme se passa do final dos anos 50 e conta a que do exército Russo está à procura de um artefato místico que permite controlar a mente de seus inimigos. Para tal empreitada, seqüestram o Dr. Jones e seu amigo Mac. Este artefato é um crânio totalmente feito de cristal, algo tão perfeito que as mãos humanas jamais conseguiram reproduzir.
Uma mistura de ação, aventura, humor, suspense, ficção científica...
Também é destaque o retorno de Marion Ravenwood, a primeira e melhor Indy Girl, assim como Cate Blanchett no papel da malvada Irina Spalko, capitã do exército Russo.
A revista SET deste mês traz uma extensa reportagem sobre o filme, passe numa banca e confira!
Quando eu era criança, por volta dos 8 ou 9 anos, a sensação da época era colecionar as figurinhas que vinham nos chicletes Ping-Pong.
Lembro que nas raras vezes em que eu levava dinheiro para a escola (minha mãe sempre fazia lanche) acabava gastando com os chicletes.
Se não me engano ainda colecionei as figurinhas “Amazônia”, “Pantanal” e das Olimpíadas de 92. Acho que cheguei a completar os dois primeiros, claro que nem todas as figurinhas foram conquistadas através da compra de chicletes, tinha as partidas de “bafo” onde quem desvirasse as figurinhas levava, trocas das “duplicatas” e uma que eu considero uma engenhosidade para um garoto daquela idade:
Fiz uma banca de tiro ao alvo que cobrava figurinhas dos moleques da rua para eles brincarem. Peguei uma tábua e coloquei um monte de caixas de fósforo e caixas de Caldo Maggi lado a lado. Eu tinha um brinquedo em formato de revolver que atirava ligas de dinheiro, e a garotada fazia fila na calçada para brincar. Assim completei fácil as coleções.