Como sabemos, uma das maiores causas de infecção dos computadores por vírus é através do uso de pendrives infectados. Eu já postei aqui algumas dicas de programas como o AutoRun Eater que monitora o pendrive e remove algumas infecções.Existe uma forma de aumentar ainda mais a segurança do seu sistema através de uma modificação muito simples.Clique em INICIAR > EXECUTAR.
Digite REGEDIT e aperte ENTER.Localize a seguinte chave:HKEY_CURRENT_USER > SOFTWARE > MICROSOFT > WINDOWS > CURRENTVERSION> POLICES > EXPLORERVerifique se existe o seguinte registro:NoDriveTypeAutoRunSe NÃO existir, clique com o botão direito e escolha: NOVO > VALOR DWORD e digite NoDriveTypeAutoRun.Se existir, clique duas vezes nele para abrir.
Selecione a opção Hexadecimal, em Dados do valor digite FF e clique OK.Reinicie o seu computador.De agora em diante, ao plugar um pendrive, o Windows não vai mais exibir aquela janelinha de Auto Run. Você vai precisar ir em Meu Computador para acessar os arquivos, mas isso vai ajudar a salvar o seu sistema.Lembre-se que esse procedimento não dispensa o uso de um bom Anti-Vírus constantemente atualizado.Essa dica funciona no Windows XP!
Depois de passar pela Cidade Alta, embarcamos no ônibus 56 que faz a linha até Ponta Negra pela VIA COSTEIRA. Um presente para os olhos! É possível acompanhar uma paisagem belíssima de todo o litoral de Natal, passando por muitas praias, algumas delas reservadas aos magníficos hotéis beira-mar.
Desembarcamos na PRAIA DE PONTA NEGRA, onde fica o famoso MORRO DO CARECA. Lembro que há muitos anos atrás era permitido subir no morro e eu tive esse prazer. Gastei uns 20 minutos para chegar ofegante ao topo e menos de 2 minutos para descer (para baixo, todo santo ajuda!). Hoje só podemos apreciar a vista, ainda assim vale a pena.
Ao longo da praia há um calçadão muito organizado com quiosques que atendem aos banhistas oferecendo, além da água de coco e bebidas, um guarda-sol e espreguiçadeiras. É bem comum ser abordado por diversos funcionários dos restaurantes que ficam em frente ao calçadão. Sempre oferecendo comida de primeira por um precinho não tão camarada (cheguei a ver alguns pratos por mais de R$ 120,00).
Optamos por almoçar um self-service mais em conta e deixar a grana para gastar com outras coisas. Depois do almoço pegamos ônibus de volta para a Cidade Alta para encontrar com meus pais e partir para novas atrações. O percurso desta vez foi pela Estrada de Ponta Negra, onde o comércio se instalou com força total. São dezenas de Shopping Centers, restaurantes, lojas de artesanato, escolas, supermercados e muito mais.Continua...
Aproveitei os últimos dias de férias do trabalho para dar uma esticadinha à nossa capital (Natal-RN) e também para visitar meus pais em Ceará-Mirim.Deixei Mossoró às 13:30h da QUARTA-FEIRA, 30/07, no ônibus da Nordeste. Tive que pagar passagem Inteira para mim e minha esposa, pois até o momento ainda não recebemos as carteiras de estudante (a minha, pelo mestrado, não é máfia não!). Apesar de alguns buracos na estrada a viagem correu bem. Fomos recebidos por meu pai e meu irmão que nos esperava na rodoviária. Partimos para Ceará-Mirim de carro e a noite não teve muito além de matar a saudade e botar a conversa em dia.Aproveitei para bolar um roteiro turístico com meu velho, que faz faculdade de turismo, para ficar mais seguro no dia seguinte.NA QUINTA-FEIRA, 31/07 pegamos o trem na Estação de Ceará-Mirim com destino a Natal. Um percurso que eu não fazia desde o tempo que vim morar em Mossoró (há 9 anos). A viagem proporciona belas paisagens do vale, dos canaviais, lagoas, rios, povoados e cidades que ficam a beira da linha férrea. Minha esposa não curtiu o balançar dos vagões, o entra e sai de gente e os constantes apitos da “Maria Fumaça”.
Desembarcamos na estação da Ribeira, em Natal. É o ponto final da linha férrea. De lá fomos visitar o MUSEU DE CULTURA POPULAR DJALMA MARANHÃO, que fica logo na saída da estação. Infelizmente fomos proibidos de tirar fotos no local. O museu oferece diversas obras de artesanato como esculturas em barro e madeira, bonecos de pano, pinturas, brinquedos populares, trajes de danças típicas como pastoril, boi bumbá, etc. Valeu a visita.
Para fechar a visita à Ribeira, fomos ao TEATRO ALBERTO MARANHÃO, local que até hoje é palco de grandes shows e eventos. A arquitetura clássica é mantida com bancos de madeira, cabines individuais nos andares superiores. O hall de entrada tem um lustre e espelhos muito bonitos, e posso dizer o mesmo do pátio. Para o dia seguinte a minha visita estava agendado um show de Tiririca... infelizmente não pude assistir =].

Continua...